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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

UM AMOR PARA RECORDAR

O texto a se seguir não é uma resenha sobre o filme de Adam Shankman (A Walk to Remember, 2002), nem mesmo se assemelha a essa triste e bela história. Se tivesse que igualar essas palavras a algum filme, este seria O diário de uma paixão (The Notebook, 2004), de Nick Cassavetes. Está achando essas informações complicadas? Então repouse sem sua cadeira e leia, porque você compreenderá porque mencionei os filmes primeiro.

Essa é a história de dois jovens que nasceram vizinhos, cresceram vizinhos e se apaixonaram ainda crianças. Não se sabe se a paixão um pelo o outro nasceu no mesmo momento, mas o fato é que aos 10 anos, Alessandra se descobriu encantada pelo magricela Douglas. Já nessa época, eles compartilhavam os amigos vizinhos que testemunharam as armações, alegrias e tristezas a vir. Afinal, todo casal infanto-juvenil precisa de cúmplices.



E o que dizer das festas de ruas? Aquelas festas juninas que aconteciam perto de casa. Foi justamente durante uma delas que, aos 12 anos, aconteceu o cômico primeiro beijo de Alessandra... em ninguém menos que Douglas. De acordo com suas próprias palavras, ela quase arrancou a bochecha do menino, ao jogá-lo contra o muro a “atacá-lo”. Independentemente da falta de jeito, aquele foi o momento que selou o caminho dessas crianças, pois, a partir de então, iniciou-se uma luta pela permissão dos pais para que se desse o namoro. Foram anos sofrendo com a proibição do pai de Alessandra. Douglas era de uma família de cultura muito diferente e talvez esse fosse um dos motivos. Apenas depois de alguns anos e muitos encontros escondidos, o namoro foi permitido; mas ainda contra a vontade de papai.

Até aquele momento havia um relacionamento juvenil que ficou mais forte pela determinação do casalzinho para permanecer juntos. Entretanto crianças crescem, viram adolescentes e jovens adultos. Esse período de transição da vida, fez com que Alessandra e Douglas sofressem idas e vindas de um amor quase autodestrutivo. Não atrele a essa palavra a semântica tão negativa. Eles eram jovens que precisavam descobrir novas pessoas e novos ambientes. Eles traíram e foram traídos, se separaram inúmeras vezes e tiveram o namoro proibido de novo.
Finalmente a vida adulta. Ela se descobriu mulher nos braços dele e toda as lembranças e emoções daquele primeiro beijo voltaram. Revistas de noivas foram compradas, quase uma coleção; listas de convidados foram feitas e refeitas, tal como promessas a amigas para serem madrinha. Ela nutria o sonho do casamento perfeito, da festa de princesa e compartilhava com quem estivesse disposto a fazer parte desse imaginário.


Quanto à vida profissional, entre altos e baixos emocionais para Alessandra, Douglas seguiu tentando ser um bom namorado, encarando o olhar de desaprovação do pai dela e trabalhando. E como trabalhou... ele fez de um tudo e dessas experiências sairia o símbolo do amor deles. Ela fez de tudo para terminar a faculdade de Enfermagem e durante os anos acadêmicos, Alessandra de mudou para Itaperuna com os pais, estudando lá. Depois de mudou novamente para o Rio de Janeiro, trocando de instituição de ensino. Tempo duro aquele e mais idas e vindas do casal 20. A maturidade se desenvolveu... Porém, certos velhos hábitos não mudam e Douglas controlava seu relacionamento de modo nada saudável para ambos, com aquele jeito intenso de ser. Alessandra ainda se mantinha um tanto submissa, mas já demonstrava incômodo. Mais uma vez o namoro sofria um desgaste triste. Porém, apesar de insistência de alguns para que ela terminasse o namoro, Alessandra esperou e a decisão partiu do Douglas. Parecia ser o fim da história deles. Aos 30 anos, ela se formava enfermeira.

Eles namoraram outras pessoas, tentando seguir em frente. Algumas vezes, Alessandra namorava um rapaz e não sentia nada. Outras vezes, ela se apaixonou e chorou com o fim do romance. Chegou a ficar noiva. Olhe para isso! Douglas se casou duas vezes. Ele se converteu ao evangélico e com o tempo, Alessandra, que já tinha Cristo em seu coração, também se batizou. ​
O casamento dele acabou e Alessandra estava desimpedida novamente. Os flertes voltaram, conversas foram tidas e a decisão foi tomada. Agora era para casar.
Ela foi questionada: “Ele mudou? Está te tratando melhor”?
Ela respondeu: “Ele mudou mais que eu”.
Ela parecia segura do passo que estava dando.
Contudo, não seria fácil planejar o casamento dos sonhos. Alê ficou desempregada por um ano e sofreu com a pressão emocional. Mesmo depois de empregada e certa de conseguiria fazer seus planos acontecerem, a ansiedade era tão grande que resultou em noites de sono em claro. Douglas esteve ao seu lado, dando apoio e a certeza de tudo seria perfeito e do jeito que ela sempre sonhou. 



Finalmente chegou o grande dia, 23 de outubro de 2014. A entrada do noivo foi mais que celebrada pelos convidados. Ela estava linda, entrando com direito a clarinada da noiva e ele não conseguia conter as lágrimas. O forte abraço que Douglas recebeu do pai dela quando este entregou sua filha foi a confirmação de que tudo seria perfeito, pois Sr. Arildo o aceitava como filho. Quando Douglas cantou “Para sempre te amar", de Marcelo Manhãs... emoção à for da pele.


Quando te olho hoje, sinto que valeu a pena
Ter te esperado apesar dos problemas
Sei que foi difícil, por tantas coisas, tivemos que passar.

Mas só quem ama entende que o amor tem seus passos
E que nada na vida acontece por acaso
Sei que foi difícil mas o Senhor nos fez vencer

coro
Te amar, vai ser pra sempre
E te querer, eternamente
Eu sei que nada vai nos separar
Pois sempre vou estar do seu lado
E para sempre te amar

Quando te olho ontem, até que foi de repente
A gente ter se encontrado, me deixou tão contente
Como é que você pode dizer tantas coisas em um olhar

Mas só quem ama escuta o que as palavras não falam
Só quem ama entende o que as rosas exalam
Agradeço a Deus a chance de ter você sempre ao meu lado




Quanto ao símbolo de seu amor, foi Douglas quem as fez. Agora me diga se essas alianças deixam alguma dúvida do tamanho do amor deles? Eles tiveram a noite dos sonhos dela, com cada detalhe planejando com cuidado, pois ela estava certa que seria a única vez que o teria, como seu primeiro beijo.


O texto acima não tem nada a ver com contos de fadas, nem é fictícia. É a história real da minha prima Alessandra e seu atual marido, Douglas.
Sempre impliquei com minha prima por ela se derreter toda por filmes como os que citei no primeiro parágrafo. Hoje entendo que ela é a personificação da devoção e amor que constam nesses filmes e que devo agradecer muito. Primeiramente agradeço a Deus por permitir que ela tivesse essa história e eu poder testemunha-la. Agradecer a Alessandra que me convidou a participar de momentos importantes como visitar feiras de noivas com ela (nem gosto, né?!), vê-la experimentar os vestidos de noivas (lágrimas surgiram nesse dia!), me permitir lhe presentear com seus convites (meu maridão quem fez) e compartilhar comigo seus frustrações, desejos e decisões durante mais de um ano de preparação.



Douglas, lembre-se da história Os três porquinhos. A terceira casa é sempre a mais forte.

Que Deus abençoe sua vida conjugal, pois vocês são a prova de que quando se está escrito nas estrelas do céu e no livro da vida, não há mortal que mude uma história de amor.


P.S.: A história contada não segue uma ordem cronológica exata. Apenas salienta pontos importantes. 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

II ENCONTRO DE QUEIJOS E VINHOS

Demorei a escrever, mas cá estamos nós para compartilhar mais um sucesso. O segundo Encontro de Queijos e Vinhos aconteceu, no dia 02 de agosto, novamente na minha casa. Conforme prometido no convite que enviamos pelo facebook, houve surpresas no cardápio e para lembrancinhas para aqueles que compareceram.

Nossa mesa quase pronta. 
Começamos a planejar o evento 3 meses antes pois eu precisava me organizar. Foram 2 meses degustando vinhos brancos para presentear meus amigos e batendo ponto quase todos os fins de semana da CADEG (virou quintal de casa) para isso. Claro que demos a versão de mini do Sunrise Sauvingon Blanc, da Concha y Toro (Chile).



Produtor: Concha y Toro
Tipo: Branco
País: Chile
Uva(s): Sauvignon Blanc
Graduação Alcoólica: 12,5%
Temperatura Ideal: 8 a 10ºC
Envelhecimento: Vinificação tradicional em tanques de aço inox com temperatura controlada e estágio de 2 meses nos próprios tanques para afinamento das notas aromáticas e gustativas.
Safra: 2009
Estimativa de guarda: não é um vinho de guarda
Degustação: Frutado com notas cítricas e minerais, em especial grapefruit. No paladar, vinho fresco, balanceado e com boa acidez. Na visão, coloração amarelo palha com reflexos esverdeados.

Quanto às bebidas que foram degustadas. Esse ano eu queria explorar mais a fermentação em geral e agradar a todos os paladares; então, outra surpresa foi a compra de cervejas artesanais/gourmet. Foram servidas as seguintes cervejas:




Produtor: Bohemia
Tipo: Escura
País: Brasil
Volume alcoólico: 5,0%
Temperatura ideal: 8º-12ºC
Degustação: Cerveja encorpada e de espuma cremosa e envolvente. Seu aroma tem notas de toffee chocolate. Facilmente harmonizada com ratos assados, massas e sobremesas de chocolate, que ressaltam o aroma doce e o sabor dos maltes torrados. 




Produtor: Bohemia
Tipo: Weiss
País: Brasil
Volume alcoólico: 5,6%
Temperatura ideal: 0º-4ºC
Degustação: Cerveja leve e refrescante e aromática, de escuma cremosa e aveludada. Harmoniza com peixes, saladas e pratos alemães. 


Produtor: Heineken - CKBR
Tipo: Lager
País: México
Volume alcoólico: 4,3%
Temperatura ideal: 0º-4ºC
Degustação: De cor dourada, pouco amarga e de sabor refrescante. Harmoniza bem com frutos do mar e petiscos. 
  

Produtor: Anheuser-Busch InBev
Tipo: Lager
País: Bélgica
Volume alcoólico: 5%
Temperatura ideal: 5º-7ºC
Degustação: De cor amarelo ouro, a cerveja de sabor balanceado e marcante, com notas frutadas. Harmoniza com comida oriental, petiscos e churrasco. 

Produtor: Cerpa Cervejaria Paraense
Tipo: Lager
País: Brasil
Volume alcoólico: 5,3%
Temperatura ideal: 0º-4ºC
Degustação: De cor amarelo-palha, a cerveja é leve e refrescante e harmoniza bem com saladas e frutos do mar. 


Produtor: Wells & Young's
Tipo: Ale saborizada
País: Inglaterra
Volume alcoólico: 5,2%
Temperatura ideal: 5º-7ºC
Degustação: De cor dourada, a cerveja tem aroma de mel e levemente adociada, com paladar equilibrado e refrescante. 



Produtor: Cervejaria Colorado
País: Brasil
Tipo: Premium American Larger
Volume alcoólico: 4,5%
Temperatura ideal: 4-7ºC
Degustação: De cor dourada e leve amargor, essa tradicional Pilsen com notas de mandioca acompanhada bem pratos condimentados e queijos fortes.



Produtor: Cervejaria Sankt Gallen
Tipo: Classic American Pilsner
País: Brasil
Volume alcoólico: 5%
Temperatura ideal: 5º-7ºC
Degustação: Cerveja de baixa fermentação e refrescante, com aroma maltado com toque de mel. Harmoniza bem com petiscos, defumados, embutidos, castanhas e churrasco. 

Não vire o nariz para a combinação. O objetivo era promover a degustação e harmonização e tudo funcionou muito bem. Não sobraram cervejas e ainda recebemos uma bela orientação do querido amigo Eder, brasiliense com entendedor e bebedor. Seremos sempre gratos por suas palavras.

Voltemos ao vinho! Como referência à bebida de Baco, tivemos um seco californiano, um suave português, um suave brasileiro, e espumante suave brasileiro; além de suco de uva (dessa vez apelei para o Del Valle) e de laranja. 

Produtor: Carmin
Tipo de vinho: Branco
País: Portugal
Safra: 2012
Uvas: Antão Vaz, Perrum, Rabo de Ovelha
Volume alcoólico: 13,5%
Temperatura ideal: 6 a 9°C
Degustação: Vinho com aspecto cristalino e cor tênue e aroma frutado e fresco. No paladar é rico em frutas, equilibrado, com boa acidez e final fino e persistente.


Produtor: Casa Valduga
Tipo de vinho: Tinto
País: Brasil
Uvas: Cabernet Franc e Pinot Noir
Volume alcoólico: 12%
Temperatura ideal: 14º-16º C
Degustação: Vinho suave sem adição de açúcar, com paladar refrescante e leve. Aromas frutados. Harmoniza bem com carnes bovinas, queijos suaves e massas frescas. 



Produtor: Terranova
Tipo de vinho: Espumante moscatel Suave
País: Brasil
Uvas: Moscato
Volume alcoólico: 7,1% a 9%
Temperatura ideal: 4º-6ºC
Degustação: De aroma floral, esse espumante é fácil de beber. Harmoniza bem com frustas frescas e sobremesas cítricas. 




Produtor: Bodega Crios
Tipo de vinho: 
País: Argentina
Uvas: Malbec
Volume alcoólico: 13,9%
Temperatura ideal: 4º-6ºC
Degustação: De aroma de frutas vermelhas, como morango, framboesa e cereja. No paladar, sabores de groselha e cereja com traços suaves de especiarias no final de boca.



Quanto aos “comes”, dessa vez eu não exagerei na quantidade de queijos, frios e pães. Tudo foi bem pensado e explorado. Solicitei que algumas pessoas que trouxessem itens fáceis de se encontrar em mercados e deu certo. De pães houve apenas um italiano, um pedaço do australiano e duas bisnagas pequenas de pão integral. Comprei as pastinhas de provolone e alho poró prontas e os outros acompanhamentos foram a geleia de damasco, os famosos palitinhos da tia Wilma, palitos de biscoito de cebola, morangos cortadinhos e inteiros, uvas (lógico!), amendoim com casquinha de cebola e saladinha caprese.
Os queijos disponíveis foram o de cabra, provolone, brie, prato, mussarela, mofo azul, gorgonzola e holandês masdam. Os frios foram copa, presunto de parma, peito de peru, presunto e salaminho. De todos, apenas me arrependi do queijo de cabra. Não comprei a mesma marca do ano passado (pois não lembrava qual era) e o queijo tinha um “que” de sabão. Esse ano também me aventurei mais no brie e comprei uma marca francesa; o queijo estava divino – caro, mas divino.


Não posso deixar de comentar as louças que usamos. As taças de espumantes e o jarro para as flores são de cristal e sã da época do enxoval da minha sogra. São simplesmente lindos. 
Queijo Masdam holandês e Brie francês. Ao fundo, a geleia de damasco para acompanhar o brie. 

Pastinha de azeitona e bruschetta de pimenta. 

Presunto de parma enrolado no palito de biscoito de cebola. Fez muito sucesso. As torradas são homemade.

Queijo azul, Holandês Gouda e queijo de cabra. 

Combinado de pepino, cream cheese e salão defumado. Na bandeja de frios, salaminho, blanquet e copa. 

Tomate cereja com mussarela de búfala. O molo foi feito com azeite grego, sal e orégano. 

Frutas não podiam faltar. 

Pães italiano, integral e australiano.

Pavê crocante e o pudim maravilhoso da minha mãe.
De sobremesa, exageradamente servimos pudim, torta crocante, morango ao creme, pêssegos em calda e creme de leite. O exagero tem explicação: eu tinha esquecido de fazer o cheesecake, então liguei para minha mãe na sexta-feira e pedi para que ele fizesse o maravilhoso pudim de leite dela. No sábado, quando fomos almoçar no restaurante perto de casa, comi o pedacinho da torta crocante e comentei: “Poxa, podia ter comprado a torta aqui para hoje á noite”. Tia Wilma prontamente se ofereceu para compra-la. Os pêssegos já estavam na lista e os morangos... bom, são morangos.
Viciada no Pinterest como estou, pequei algumas ideias para a reunião de amigos: o morango no espumante, o presunto de parma enrolado nos palitos de biscoito e a saladinha caprese no palitinho. Foi uma surpresa para mim como foram bem aceitos. Esse ano ainda tivemos a sopinha de ervilha para aquecer o inverno. Como sempre, todos comeram e beberam bastante, tudo sempre moderado e saíram felizes da noite do encontro.

Meu novo queridinho: a taça para rolhas.. ainda vazia. Comprada especialmente para essa noite.

Meus novos baldes de gelo. Não poderiam ter mais úteis.

Nada como ter cada detalhe temático.

Essa animação apenas me impulsiona para fazermos desse momento um evento anual no calendário “Amigos”, principalmente por ter minha mãe na bagunça tanto e ela afirmar no dia seguinte que a-do-rou.  Agradeço a todos que vieram – mesmo meio doentinhos, não é, Patty? -, a tia Wilma e D. Therezinha que sempre me ajudam bastante. Agradeço principalmente ao meu amado marido, amigo, companheiro e parceiro de todas as horas, que mergulha de cabeça nessas aventuras festeiras comigo. 

Fim de festa e parte do que foi consumido. Não coloquei as caixas de suco e também faltou o vinho tinto seco e o Olaria, branco português. 










domingo, 22 de junho de 2014

UM ANO DE CASADOS

Estamos completando um ano de convívio diário.
Um ano de puro companheirismo.
Um ano de divertidas situações. Um ano de aprendizado.

Não imaginávamos que iríamos nos envolver nessa aventura, mas cá estamos nós, aproveitando o amor que Deus abençoou. Peço a Ele que me permita realizar meus sonhos ao seu lado e te ajudar a realizar os teus.
Estar ao seu lado é sempre o ponto alto do meu dia, pois sei que faz de tudo (até assistir aos meus TV shows favoritos) para estar sempre comigo. Cada palavra tua me faz querer ser melhor como esposa, pessoa e amiga.
Obrigada por me fazer sorrir e sempre enfatizar que me ama apesar dos deslizes que dou.
Obrigada por me fazer enxergar meus exageros e me fazer pensar (às vezes, quando dá tempo) “será que o ele aprovaria?”.
Obrigada por ser o marido quase perfeito, que faz o que pode para me ajudar em casa, para fazer minhas vontades e por me perguntar se estou feliz no final de cada missão cumprida.
Pensei em comemorarmos esse dia do meu jeito: com festa, muita gente e eu louca para ter tudo pronto a tempo. Entretanto, entendi que a minha maior prova de amor seria passar esse dia te dando toda atenção que você merece; ou seja, comemorar do seu jeito.
Que venham Bodas de Papel, de Madeira, de Prata, de Ouro, de Diamante. Sei que nosso amor será mais forte a cada minuto, pois você sempre me surpreende.




Amo você!



quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

CHANEL PARTY - MINHA FESTINHA DE 30 ANOS.

Comemorar 30 anos para mim era muito importante e nada melhor do que ter como inspiração aquela que me inspira ao ler tudo sobre moda: Coco Chanel.
 
 
Direferentemente das outras festinhas, esse comecei a planejar em setembro; ou seja, tarde, mas deu quase tudo certo. Infelizmente me dei conta que houve um pouquinho de falta de um check-list para assinalar o que estava sendo feito e comprado e onde seria usado. Acho que o maior erro foi querer enfeitar muito e não ter tempo suficiente aprontar tudo. É fazer e aprender.
O mesmo aconteceu com as flores. Passei a ter uma noção melhor do que comprar e onde colocá-las. Deu muito certo comprar 2 maços de rosas brancas e de rosa chá (ou coral) e 3 maços de mini-margaridas. Dessa vez não comprei nada de folhagens e realmente elas não fizeram falta. O que exagerei foi o tamanho do saco de pétalas brancas. Contudo, agora já aprendi.
 
 
A temática P&B foi a primeira ideia, mas optei por um pouco de rosa para dar mais leveza e acertamos em cheio; de fatal, o ambiente ganhou o adjetivo fofo. Tive que adquirir vasos específicos e abrir mão dos de vidro comum. Comprei vasos de acrílico brancos e pretos, entre altos e baixos. Depois de tanto procurar, consegui encontrar uma torre Eifell perfeita por R$15 no Saara e o mesmo aconteceu com a boneca para bijoux, R$25 - linda! A procura foi grande, mas encontrei colares com miçangas tipo pérolas a R$2,50 cada. Na decoração, também usei minhas taças de vinho, que a princípio seriam o castiçal de velas. Como não compre velas, as taças ficaram perfeitas com cupcakes.
 



 
 
A boneca foi usada para expor as lembrancinhas que seriam dadas aos convidados.
Amostras de perfumes Natura.

Para ter bons preços, comprei coisas na CADEG, SAARA e Mercadão de Madureira. Os doces dos cachepôs, por exemplo, todos foram comprados em Madureira. Os cachepôs, ao contrário, foram comprado na CADEG, onde o preço e o material eram bem melhores. O TNT usado nas mesas e paredes foram comprados em Madureira e na Penha, onde é bem mais barato, R$1,10 / metro. O painel de EVA foi feito pela minha querida amida, Adriana, assim como o bolo cenográfico, o bolo de corte, o salpicão servido e muito aplaudido e alguns docinhos.
 
Hora do "Parabéns a mim"!
 
Nessa empreitada, como sempre, tive a ajuda de minha sogra, D. Therezinha, tia Wilma, minha cunhada, Claudia, Andrea e minha querida amiga Drica. Elas me ajudaram desde conseguir o espaço do colégio GAU, cedido pela Andrea, até o final da festinha, na hora de guardar tudo. Meu amado marido também estava firme e forte, fazendo o convite, o vídeo com as fotos, fotografando e nos ajudando a arrumar tudo. Meu DJ foi meu primão Ricardo Paiva, que mandou muito bem no serviço - muito recomendo!



 
E... claro que sempre haverá as pérolas da noite:
  • Minha tia Solange confundir o docinho de abacaxi com docinho de mamão.
  • Não haver fósforos para ascender a vela na hora do parabéns. Ela ficou intacta!
  • Minha prima Sthefanny pegando as chupetinhas na hora do "Parabéns".
  • As pessoas reclamarem que no vídeo com fotos não tinha a Sofia ou o Keiko (juro que não deu tempo para coloca-los). 
Meus presentinhosss...
 
 


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

I NOITE DE QUEIJOS E VINHOS - The leftovers

O que sobrou da noite de queijos e vinhos?
Um pão italiano inteiro, muito queijo, muito presunto de parma, muito lombo canadense, muito vinho, chocolate e eu tentando ter muitas ideias de como aproveitar tudo isso.
Na segunda-feira seguinte ao encontro, fiquei catando o que poderia fazer com as comidinhas que restaram. Também procurei como poderia congelar os frios.
Apesar de o meu marido me garantiu que conseguiria consumir alguns itens em poucos dias, como o presunto de parta e alguns queijos, o restante foi congelado. Realmente congelar o presunto fino como ele estava ficaria péssimo.
O salaminho e o lombo foram separados por partes no papel filme e depois ensacados.
Os queijos mais consistentes como o Brie, Provolone, Gorgonzola, Emmental e Queijo de Cabra foram também congelados.
O objetivo é comer aos poucos e aproveitá-los para quaisquer reuniões que fizermos em casa. Até porque ainda há muito vinho a ser consumido e eles serão excelentes companhias.
Os pães tivemos que consumir. Não foi muito difícil, mas o pão italiano, virou uma espécie de pizza inventada.


Até breve!


terça-feira, 10 de setembro de 2013

I NOITE DE QUEIJOS E VINHOS

O que acontece quando você se empolga com sua lua-de-mel?
Você exagera e traz todos os vinhos possível e impossíveis. Depois você começa a pensar como irá acabar com todos eles. Solução simples: aproveito o frio e faça o I Encontro de Queijos e Vinho em casa.
Nosso convite, enviado por e-mail aos nossos amigos e familiares.
Como de vinhos e os espumantes já eram suficientes, precisávamos dos queijos, pães e alguns petiscos que combinassem com o ambiente. Aos convidados, deu algumas opções para trazer algumas coisas, como água com gás, frutas e suco de uva, torradas e azeitonas e todos cooperaram.






Foram quase 3 semanas lendo e relendo sobre como fazer uma noite de vinhos perfeita. Aprendi bastante sobre queijos e despertei ainda mais minha curiosidade sobre vinhos e sua produção. Até livro sobre isso comprei. Passei pelo menos duas semanas comprando pães em diferentes padarias para ter certeza quais eram os melhores. Mo Mega Box, compramos o pão português e o australiano, além dos queijos. No Guanabara, compramos as maçãs, as uvas e o pão italiano. Tudo foi muito bem estudado e descriminado. Acredito que 30 pessoas estiveram na minha casa e todos se divertiram bastante. Claro que o vinhos que logo acabaram foram os suaves. Os secos ficaram para uma próxima oportunidade, mas pretendo consumi-los aos poucos. 

 Além das compras básicas, também tive que comprar alguns objetos que seriam necessários, como tábuas de madeira para servir os vinhos, kit de abridor saca-rolas e mais taças para vinho. Não me arrependo de nada que gastei pois a mesa ficou perfeita e o objetivo é termos um encontro desse a cada ano.

O que servimos?
COMIDA
BEBIDA
Queijo Brie
Queijo Gorgonzola
Queijo Emmental
Queijo de Cabra
Queijo Cammembert
Queijo Holandês Maasdam
Queijo Provolone
Queijo Burrata
Pasta de provolone
Presunto de Parma
Lombo canadense
Salaminho
Azeitonas
Palitinho de sacanagem
Disco de queijo
Uvas passas
Brownies
Pão português
Pão Italiano
Pão australiano
Pasta de beringela
Torradas
Vinho Branco Suave
Vinho Tinto Suave
Vinho Tinto Seco
Espumante Moscatel
Suco de Uva
Suco de mirtilo
Cerveja Baden Baden

Fui surpreendida com alguns petiscos que trouxeram. A Andrea, nossa vizinha, trouxe aquelas passas de pizzas em lascas da Parmê e a Marcela uma berinjela refogada que deixou a todos de queixo caído - receita em breve por aqui. Victor teve a ótima ideia de imprimir informações sobre os queijos que servimos e as folhinhas foram bem lidas.
Infelizmente, houve quem pedisse por refrigerante, mas aquilo me matou, pois é quase pecado servir refrigerantes num encontro como esse. No próximo, certamente avisaremos que refrigerantes estarão proibidos. Afinal, isso é um verdadeiro pecado. Também percebi que não poderei convidar todos os que convidei dessa vez. Apesar de ficar deliciada com a casa cheia, a próxima deverá ser mais restrita e com um público mais adulto e consciente com o objetivo do encontro. Também preciso ressaltar o uso de toalhas plásticas. Sempre haverá algo derramado.


 Não posso deixar de agradecer a minha sogra e tia Wilma por toda ajuda que me deram para que esse momento se realizasse. Ficamos todas mortas de cansaço, mas acredito que até elas concordam que valeu a pena. Além disso, o ponto alto da noite foi meu marido, sussurrando no meu ouvido: "Está feliz, amor?"
Como não poderia estar, não é? com tanta felicidade e elogios dos convidados, fiquei nas nuvens.

Até o próximo encontro!
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